Treine a soldagem com os resistores e com os capacitores. Não exagere na quantidade de solda. Deve ficar uma quantidade semelhante à que você observa nos circuitos elétricos. Não sopre a solda para que esfrie. Espere três segundos e a solda esfriará sozinha. Não mova o componente enquanto a solda ainda não estiver solidificada.
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Figura 3.2 Soldagem de um resistor. |
Na soldagem de transistores você deverá tomar um pouco mais de cuidado, pois são muito sensíveis ao calor. Se o ferro de soldar ficar encostado em seus terminais por mais de cinco segundos poderá danificá-lo. Para reduzir o calor no transistor (o objetivo é esquentar apenas a parte que será soldada) prenda uma garra jacaré no terminal do transistor que estiver sendo soldado, do outro lado da placa, como indicado na figura 3.
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Figura 3.3 Soldagem de um transistor. |
Quando for realizar uma soldagem "pra valer", lembre-se que a maioria dos componentes possuem polaridade, ou seja, uma posição correta para encaixe. Normalmente existe alguma indicação da posição correta na placa de circuito impresso. Se não existir tal indicação anote a posição correta antes de retirar o componente defeituoso, para que o novo componente seja posicionado com a polaridade correta. Alguns componentes simplesmente não funcionam se forem soldados de forma invertida (Ex.: diodos, LEDs). Outros podem ser permanentemente danificados pela inversão (transistores, capacitores eletrolíticos, chips).
Dessoldagem
A dessoldagem é um pouco mais fácil no caso de resistores, capacitores,
diodos e transistores. No caso de chips é mais difícil devido ao grande
número de terminais. O sugador de solda possui um êmbolo de pressão que
remove a solda derretida dos circuitos. A figura 4 mostra como operá-lo.
Primeiro pressione o seu êmbolo, depois aproxime o seu bico da solda derretida
e pressione o botão para que o bico sugue a solda. O sugador puxará a solda
derretida para o seu interior. Aperte novamente o êmbolo para que possa
expelir a solda retirada, já no estado sólido.