Os fabricantes estão continuamente desenvolvendo novos tipos de refrigerantes que reunam o máximo possível de propriedades desejáveis. Desse desenvolvimento contante surgiu o R 134 a.
Ele é um refrigerante não prejudicial ao meio-ambiente que evita a degradação da camada de ozônio. Ele é o refrigerante ideal, recomendado oficialmente como substituto do R 12, que destroí a camada de ozônio.
História do R 134 a:
Protocolo de Montreal: em novembro de 1992 foi decidido que o limite de uso
do R 22 seria em dezembro de 1996.
Apenas nos países em desenvolvimento é permitido produzir cerca de 10 a 15% do consumo de 1992. É o caso do Brasil.
O resultado da diminuição da produção
é a relativa escassez desse gás e o aumento nos custo:
R 22: R$ 9,36 o kg
R 12: R$ 18,40 o kg
Propriedades físicas do R 134 a:
Detalhes das instalações com R 134
a:
O tubo capilar, em pequenas instalações de refrigeração
hermética, deve ser 10 a 15 % mais comprido do que o tubo capilar,
em instalações com R 12;
É aconselhável ter ferramentas e equipamentos exclusivos para o R 134 a. Elas não devem ser usadas nem ter tido contato com o R 12 e nem óleo mineral. Existem equipamento construídos para o uso exclusivo com o R 134 a.
O filtro secador deve ter Carcaça em cobre, maior gramagem de molecular Sieves XH-9 (elemento secante) em torno de 20%
Na detecção de vazamentos pode se usar aparelhos eletrônicos ou então uma lâmpada ultra-violeta. No élo das instalações com R 134 a existe um aditivo que emite uma luz fluorescente quando iluminado por uma lâmpada ultra-violeta. Detectar fugas através de chama não funciona para o R 134 a.